Campanha do SBT contra a LGBTfobia foi ordenada pela Justiça após ação

Escrito por em janeiro 12, 2022

Há alguns dias, o SBT passou a exibir em sua programação uma campanha sobre a importância de combater a LGBTfobia. Nela, Patrícia Abravanel aparece com Chris Flores, Luiz Alano, Celso Portioli, Eliana e demais funcionários trazendo informações sobre o tema para conscientizar os telespectadores. A iniciativa é excelente, mas o que pouca gente não sabe é que ela não foi voluntária e, sim, resultado de uma determinação judicial contra a filha de Silvio Santos.

De acordo com a Marina Gonzarolli, fundadora do movimento #MeTooBrasil, o processo foi movido após falas preconceituosas de Patrícia contra a comunidade LGBTQIA+, durante o programa Vem Pra Cá.

Na ocasião, Patrícia se referiu a sigla como “LGDBTYH” e defendeu a intolerância contra essa população. “Assim como querem o respeito, acredito que eles têm que ser mais compreensivos com aqueles que hoje ainda não entendem direito, ou estão se abrindo para isso”, disse a apresentadora, na época.

Nas redes sociais, Gonzarolli comemorou o resultado da ação. “Com base na Lei 10.948/01, em processo movido contra Patrícia Abravanel e SBT por LGBTIfobia, em razão de falas da apresentadora durante o programa Vem pra cá, transmitido em 01/06/21, o SBT – com a obrigatória participação da Patrícia – ficou obrigado a reproduzir em sua programação, durante todo o mês de janeiro de 2022, campanha publicitária educativa contra a LGBTIfobia (com a Participação da Patrícia Abravanel, Eliana, Celso Portiolli, Chris Flores, dentre outros); reportagem jornalística no dia da visibilidade trans (29/01); além da realização de workshop sobre cultura inclusiva para todo o casting e Live interna”.

FONTE: METROPOLES


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