Cientistas recebem US$ 15 milhões para ressuscitar mamute extinto há 4 mil anos

Escrito por em setembro 15, 2021

Trazer criaturas extintas de volta à vida é quase que a força vital na ficção científica. E agora podemos viver uma era Jurassic Park porque com os avanços na genética a ressurreição de animais perdidos uma possibilidade real.

Agora, os geneticistas — nome daqueles que se dedicam à genética — liderados pela George Church da Harvard Medical School, pretendem trazer o mamute peludo, que desapareceu há 4.000 anos, de volta à vida.

Com o anúncio de um investimento de US$ 15 milhões. Com o aporte, os cientistas imaginam um futuro onde o gigante da era do gelo com presas será restaurado ao seu habitat. Os defensores dizem que trazer de volta o mamute em uma forma alterada pode ajudar a restaurar o frágil ecossistema da tundra ártica, combater a crise climática e preservar o ameaçado elefante asiático, a quem o mamute peludo – ou lanoso, como também é chamado – está mais intimamente relacionado. No entanto, é um plano ousado repleto de questões éticas.

O objetivo não é clonar um mamute — o DNA que os cientistas conseguiram extrair do mamute lanoso permanece congelado no permafrost está muito fragmentado e degradado —, mas criar, por meio da engenharia genética, um híbrido de elefante-mamute vivo e ambulante que seria visualmente indistinguível de seu antecessor extinto.

FONTE: CNN


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