Você gasta muito mais do que ganha? Pode ser dismorfia financeira; entenda
Dismorfia financeira é um termo que descreve a visão distorcida das próprias finanças. Veja sinais, causas e como enfrentar a questão
Por Alessan Silva · 2 min de leitura
Embora não seja um diagnóstico reconhecido pela medicina, o termo trata de um sentimento comum para muita gente.
Os “sintomas”
Alguns sinais podem indicar que alguém pode estar vivendo uma situação de dismorfia financeira. Veja:
Pessoas que enxergam algo melhor do que é
- Comparar as próprias finanças às de outras pessoas.
- Ostentar nas redes sociais com intenção de passar uma impressão positiva, mas não falar sobre o tema no convívio social.
- Não consultar saldos bancários ou faturas.
Pessoas que sempre acham que têm pouco dinheiro
- Culpa ou ansiedade ao comprar itens necessários.
- Evitar todo tipo de lazer ou evento social importante.
- Receio de fazer planos a longo prazo.
O que está por trás
Existe uma série de experiências que explicam por que a relação com o dinheiro pode ser turbulenta. Em muitos casos, a instabilidade financeira na infância, traumas e padrões sociais aprendidos impactam diretamente a forma como a pessoa gerencia suas finanças na vida adulta.
Em outras circunstâncias, a própria ansiedade generalizada gera uma preocupação excessiva e constante com pilares essenciais da vida — o que inclui, inevitavelmente, o aspecto financeiro.
O que fazer
Em primeiro lugar, é importante entender o espaço que o dinheiro ocupa na própria vida. Depois, com base em fatos, analisar a própria situação financeira. Por último, a organização é indispensável: planilhas de gastos ajudam a entender as receitas, despesas, dívidas e até a construir reservas realistas.
Diante desse cenário, se a preocupação e sofrimento persistirem, é fundamental buscar ajuda psicológica.
Fonte: Metropoles