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“Até porque eu nasci em uma família muito pobre, muito humilde. Já passei fome, já morei na igreja, tive uma história difícil, nada foi fácil para mim. Quando me apelidaram de perua, de fútil, eu falei ‘gente, o que eu mais sei é dar valor ao dinheiro’”, argumentou a convidada de Drika Oliveira e Helô Amighini.
“E não tem nenhum problema em a gente trabalhar e ostentar o que é nosso. Nós mudamos o Brasil em muitas coisas. A Lydia [Sayeg] com aquele negócio de que ‘rico tem que gastar, rico tem que gerar empregos’, eu com o negócio do champagne”, declarou.
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