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Imagem: Fogos em Copacabana - Wikimedia Commons

Por que o dia 31 de dezembro se tornou o fim do ano?

Escolha de encerrar o ano em 31 de dezembro é uma convenção histórica que resulta de decisões políticas e reformas de calendário

Por Alessan Silva
02 de Janeiro de 2026 às 06:40

O encerramento do ano civil em 31 de dezembro pode parecer natural hoje em dia — com festas, retrospectivas, metas e tradicionais celebrações de Réveillon —, mas essa data é fruto de uma longa história de ajustes e escolhas sociais, políticas e religiosas, e não de um sinal visível no céu ou de qualquer divisão natural do tempo.

Contagem do ano
Antes da padronização dos calendários, diferentes povos marcavam o fim e o início de seus ciclos de tempo de maneiras variadas. Muitas culturas definiam seus “anos” com base em ciclos agrícolas, estações ou observações dos astros — de modo que não havia uma data única e universal para o fim do ano.

Foi com o calendário romano que a contagem ganhou um padrão mais próximo do que usamos hoje. No ano 46 a.C., o governante romano Júlio César decidiu reformar o sistema anterior e implementar um calendário solar composto por 365 dias e um ano bissexto a cada quatro anos. Essa mudança visava ajustar a contagem do tempo ao movimento real da Terra ao redor do Sol, evitando que as datas se deslocassem ao longo das estações.

Com essa reforma — conhecida como Calendário Juliano — o ano passou a terminar oficialmente em 31 de dezembro, e o novo ciclo começaria em 1º de janeiro, coincidindo com tradições administrativas romanas, como a posse dos cônsules, que eram autoridades políticas importantes na época.

Séculos depois, foi preciso ajustar novamente o calendário para corrigir pequenas imprecisões acumuladas ao longo do tempo. Em 1582, o Papa Gregório XIII introduziu o calendário gregoriano, um aperfeiçoamento do sistema juliano que é amplamente utilizado hoje. Essa reforma manteve o fim do ano em 31 de dezembro, mas ajustou as regras dos anos bissextos para alinhar ainda melhor os calendários civis com as estações.

Uma convenção cultural
Embora o calendário gregoriano seja predominante em grande parte do mundo — inclusive no Brasil — nem todas as culturas consideram 31 de dezembro como fim de ano. Em calendários como o lunar chinês ou o hebraico, por exemplo, o início e o fim de ciclos são determinados por outros critérios astronômicos ou religiosos, e as celebrações de ano novo podem ocorrer em diferentes períodos.

Com o tempo, a virada de 31 de dezembro se transformou em um momento culturalmente carregado de simbologias: reflexão sobre o ano que passou, esperança para o ano que chega, encontros familiares, festas, fogos de artifício e rituais de renovação — como o Réveillon ou a ceia antes da meia-noite.

Fonte: Aventuras na História

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