
"O espaço da mala não é tipo assim 'vou comprar uma roupa', é assim: 'um lado da mala é pra comida'. De Paris eu trago batatinha trufada ou chocolate quente. De Los Angeles, uma pipoca que sou obcecada", disse ela em conversa com a Vogue Brasil.
"Eu acho que a culinária fala muito sobre a cultura, sou fascinada. E amo comer. Sinto muito prazer em comer, adoro descobrir restaurantes novos. Sou apaixonada pelo Oteque [restaurante no Rio de Janeiro], que é uma comida brasileira muito sofisticada, focada em frutos do mar. Uma comida? Acho muito difícil escolher alguma coisa, então vou escolher uma coisa que eu sempre morro de vontade quando saio do Brasil: volto querendo comer arroz, feijão, carne ou ovo, e uma farofa, uma saladinha de batata", afirmou.
"Mas a festa junina ganha. Eu sou conhecida por dar a melhor festa junina do Rio de Janeiro. Porque tem que ter tudo: as brincadeiras, pescaria, maçã do amor, corrida do saco, banda de forró e todas as comidas deliciosas que se comem em junho. Tem que ter canjica, cachorro-quente, baião de dois, todos os possíveis sabores de caldo, bolos variados, assim, sabe? Tem que ter cocada, churrasquinho, queijo coalho, milho", contou.
"Eu escuto muito louvor no banho. O banho é um momento muito sagrado meu, assim de aterrar, me conectar comigo mesma, de limpeza mental, emocional e espiritual. Então eu escuto muito louvor no banho, porque converso muito com Deus. Mas eu vou daí pra tipo, a playlist que a Sasha fez pra mim, de girly shower, de música de menininha pra cantar no banheiro", relatou.
"Minha terapeuta me acompanha há mais de 10 anos e resistiu a todas as minhas fases. E outra pessoa que mais recentemente tá presente na minha vida, e que é um presente que a arte me deu, dona Fernanda Montenegro. Minha ídola, que é fonte de inspiração, de força e esperança, que reafirma assim a minha crença na arte. Eu nunca vou esquecer quando o Cláudio Torres, filho dela, disse: 'mamãe disse que você é uma atriz vocacionada'", disse.
"Acho que todas as vezes que eu deixei de acreditar em mim, que eu deixei que um não ou uma rejeição falasse mais alto do que a minha verdade", afirmou.
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