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Imagem: Getty Images
Finlândia é o país mais feliz do mundo; Brasil está em 32° lugar em ranking
Relatório aponta impactos do uso de redes sociais no bem-estar
Por Alessan Silva
26 de Março de 2026 às 06:43
Se a felicidade fosse uma modalidade olímpica, os países nórdicos teriam lugar garantido no pódio. Na verdade, nos três lugares do pódio.
Segundo a última edição do Relatório Mundial da Felicidade, os três países mais felizes do mundo são Finlândia, Islândia e Dinamarca. O Brasil aparece mais abaixo na lista, em 32º lugar.
A Finlândia foi eleita o país mais feliz do mundo pela nona vez consecutiva, um recorde. A Islândia ficou em segundo lugar e a Dinamarca em terceiro, segundo o ranking elaborado pelo Centro de Pesquisa do Bem-Estar da Universidade de Oxford e incluído no relatório anual sobre a felicidade global.
A Costa Rica teve um ótimo desempenho, conquistando o quarto lugar (a melhor posição já alcançada por um país da América Latina), mas logo em seguida, os países nórdicos voltam a dominar o ranking, com a Suécia e a Noruega ocupando o quinto e o sexto lugares, respectivamente.
Outros três países europeus ficaram na lista dos 10 primeiros: Holanda em 7º lugar, Luxemburgo em 9º e Suíça em 10º. Israel, o único país do Oriente Médio entre os 20 primeiros, conquistou o 8º lugar.
Os Estados Unidos estão em 23º lugar este ano, enquanto o Canadá ficou em 25º e o Reino Unido em 29º. Este é o segundo ano consecutivo em que nenhum dos países de língua inglesa nativa (EUA, Nova Zelândia, Irlanda, Austrália, Canadá ou Reino Unido) aparece entre os 10 primeiros.
Veja o top 10 de países mais felizes em 2026:
Finlândia
Islândia
Dinamarca
Costa Rica
Suécia
Noruega
Países Baixos
Israel
Luxemburgo
Suíça
Como é determinada posição no ranking? Para determinar o ranking, a Pesquisa Mundial Gallup pede aos entrevistados em 147 países que avaliem suas vidas usando a imagem de uma escada, com a melhor vida possível sendo 10 e a pior possível sendo 0. Cada entrevistado fornece uma resposta numérica nessa escala, conhecida como Escada de Cantril.
Os pesquisadores analisam seis fatores, incluindo PIB per capita, expectativa de vida, generosidade e percepções de liberdade e corrupção, para ajudar a explicar as variações entre os países.
A classificação é baseada em uma média de três anos, que suaviza os picos e quedas ocasionados por grandes eventos, como guerras ou crises financeiras. Os finlandeses relataram uma pontuação média de 7,764 para avaliar sua satisfação com a vida. Em comparação, os entrevistados dos EUA tiveram uma avaliação média de satisfação com a vida de 6,816.
No final da lista O Afeganistão permaneceu como o país menos feliz do mundo, em 147º lugar, de acordo com o ranking.
Os outros países na parte inferior da lista são: Botsuana (143º), Zimbábue (144º), Malaui (145º) e Serra Leoa (146º).
Impactos das redes sociais Além da classificação geral, o relatório deste ano enfatiza os impactos das redes sociais no bem-estar, especialmente entre jovens. Os dados indicam que adolescentes que utilizam essas plataformas por menos de uma hora por dia apresentam níveis mais altos de satisfação, enquanto aqueles que passam mais de sete horas conectados registram índices significativamente menores em 47 países analisados.
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