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Imagem: Reprodução/Instagram
Quando tudo parecia já inventado, Pokémon surpreende novamente ao lançar papel higiénico colecionável
Saiba mais curiosidades sobre o item indispensável
Por Alessan Silva
08 de Maio de 2026 às 07:02
A Pokémon volta a expandir o seu universo comercial com uma das colaborações mais improváveis até à data: papel higiénico colecionável. A iniciativa, desenvolvida em parceria com a marca Renova, já ultrapassou largamente as expectativas de financiamento, confirmando o alcance global da franquia.
Ao longo dos últimos anos, a marca tem consolidado a sua presença em múltiplos setores — da moda à alimentação — transformando personagens como Pikachu em ícones culturais e comerciais. Ainda assim, o mais recente lançamento distingue-se pela originalidade.
A coleção, apresentada na Coreia do Sul através da plataforma Wadiz, inclui rolos de papel higiénico com embalagens temáticas e ilustrações de 79 criaturas diferentes. A linha estende-se ainda a lenços de bolso, caixas de lenços e guardanapos, todos com grafismos inspirados no universo Pokémon.
Um dos elementos centrais da proposta é o seu carácter aleatório: os consumidores não podem escolher os modelos adquiridos, replicando a lógica de surpresa associada às tradicionais cartas colecionáveis. A estratégia reforça o apelo junto de colecionadores e entusiastas da marca.
Os resultados foram imediatos. A campanha superou o objetivo inicial em mais de 14.000%, evidenciando uma procura significativa num mercado já saturado de produtos licenciados.
Para já, a distribuição encontra-se limitada ao mercado sul-coreano, sem confirmação de expansão internacional. Ainda assim, o sucesso da iniciativa sugere que a aposta poderá vir a ser replicada noutras geografias.
Mais do que uma curiosidade, o lançamento confirma a capacidade da Pokémon para reinventar objetos do quotidiano e convertê-los em produtos de desejo — um sinal de que, mesmo após décadas de existência, a marca continua a redefinir os limites do merchandising.
O papel higiênico já é coisa do passado: a tendência que vai substituir os banheiros em 2026 é mais limpa e prática
O papel higiênico, aquele item que nunca falta na lista de compras, começa a dividir espaço com uma tecnologia que veio do Japão e que está conquistando cada vez mais lares brasileiros.
O washlet é um assento sanitário eletrônico que se acopla ao vaso comum e realiza a limpeza íntima com jatos de água ajustáveis, dispensando o uso de papel. A tecnologia nasceu no Japão há décadas e hoje faz parte do cotidiano asiático tanto em casas quanto em espaços públicos. Até um episódio clássico de Os Simpsons já retratou a surpresa de Homer ao se deparar com um desses dispositivos em Tóquio.
O funcionamento segue três etapas principais: lavagem com bico retrátil, secagem com ar morno e autolimpeza do próprio equipamento com superfícies antibacterianas. Os modelos mais modernos ainda trazem assentos aquecidos, tampas com sensor de movimento e painéis digitais para personalização completa da experiência.
A troca do papel higiênico pelo washlet não é só uma questão de conforto. No aspecto financeiro, famílias que adotam a tecnologia podem economizar de R$ 300 a R$ 500 por ano só com a redução na compra de papel. No lado ambiental, a produção anual de papel higiênico no mundo está associada ao corte de mais de 20 milhões de árvores, além do alto consumo de água e energia no processo industrial.
O Papel Higiênico Mais caro do mundo
O papel higiênico mais caro do mundo é o Hanebisho, produzido no Japão, que custa cerca de US$ 17 por rolo (aproximadamente R$ 85). Ele é fabricado com fibras de celulose canadense de alta qualidade e tratado com as águas límpidas do Rio Nyodo.
Além desse luxo artesanal, existe uma versão folhada a ouro 22 quilates da empresa australiana Toilet Paper Man, vendida por mais de 1,3 milhão de dólares.
Curiosidades pelo mundo O uso do papel higiênico não é uma regra global e varia drasticamente conforme a cultura e a infraestrutura:
Papel no vaso vs. Lixeira: Em países como Estados Unidos, Canadá e nações da Europa, é padrão jogar o papel diretamente no vaso, pois as tubulações são largas e o papel é feito para se dissolver rápido. No Brasil, o descarte é no lixo para evitar entupimentos comuns em canos mais estreitos.
Cores e Marketing: Na França, o papel higiênico rosa é muito comum, uma herança de marketing dos anos 60 que associava a cor à doçura.
Abstenção do Papel: Estima-se que cerca de 30% da população mundial não use papel. Em muitas partes da Ásia e do Oriente Médio, o costume é usar água (bidês ou chuveirinhos), técnica considerada por eles mais higiênica.
Limpar com papel faz bem ou não? Especialistas e proctologistas frequentemente alertam que o uso exclusivo de papel higiênico pode não ser a melhor opção para a saúde:
Atrito e Lesões: A fricção repetida pode causar microtraumas, fissuras anais e agravar hemorroidas.
Higiene Incompleta: O papel pode apenas espalhar resíduos e bactérias em vez de removê-los totalmente, favorecendo irritações e infecções urinárias, especialmente se a limpeza for feita de trás para frente.
Substâncias Químicas: Papéis perfumados ou coloridos podem conter toxinas que causam alergias em peles sensíveis.A recomendação médica ideal é priorizar a lavagem com água e usar o papel apenas para secar a região, sem esfregar.
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