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Imagem: Divulgação Globo
Renata Vasconcellos pode deixar JN em 2027: veja cotadas ao posto
Segundo o colunista Lo Bianco, Rede Globo já tem um nome para substituir Renata Vasconcellos a partir de setembro de 2027
Por Alessan Silva
14 de Julho de 2026 às 06:47
Depois da saída de William Bonner, Renata Vasconcellos pode ser a próxima a deixar a bancada do Jornal Nacional, da TV Globo. Segundo o colunista Alessandro Lo Bianco, do A Tarde É Sua, da Rede TV!, a emissora tem planos substituí-la na função a partir de setembro de 2027.
Segundo Lo Bianco, será Camila Bomfim quem assumirá a bancada do Jornal Nacional. A apresentadora do Conexão GloboNews tem cerca de 20 anos na Globo, com passagem pela reportagem do Fantástico e inclusive já sentou na bancada do JN durante o rodízio de apresentadores nos feriados e fins de semana.
Mudanças na bancada do Jornal Nacional
Em 2025, William Bonner deixou a bancada do Jornal Nacional, do qual também era editor-chefe, depois de quase 30 anos. Ele deu lugar a César Tralli, que assumiu como âncora do telejornal em novembro daquele ano.
De acordo com Lo Bianco, a mudança gradual foi planejada para não prejudicar o vínculo dos telespectadores aos rostos já conhecidos da emissora.
O cronograma das mudanças na bancada do Jornal Nacional deverá ser oficializado a partir de outubro deste ano, após o fim do calendário eleitoral.
Mudança teria sido planejada Segundo o colunista Lo Bianco, a Rede Globo deve formalizar o cronograma interno para definir a substituta de Renata Vasconcellos na bancada do Jornal Nacional após o término do calendário eleitoral, em outubro deste ano.
A nova jornalista da bancada do JN deverá assumir a partir de setembro de 2027. A busca nos bastidores da emissora por este nome, no entanto, teria começado com o anúncio da substituição de William Bonner por César Tralli.
Além de Camilla Bonfim, outras jornalistas da casa já foram cotadas para o posto de Renata Vasconcellos. Saiba quem são:
Ana Paula Araújo Com 31 anos de emissora, Ana Paula Araújo, do Bom Dia Brasil, talvez seja a favorita dos executivos da Globo. Estreou no JN em 2011, depois de se destacar no antigo RJTV e em reportagens de peso. É reconhecida pela capacidade rara de conduzir transmissões ao vivo improvisando com segurança. Fora das câmeras, mantém produção relevante como autora e debatedora sobre violência doméstica e abuso sexual.
Aline Midlej Âncora do Jornal das Dez desde 2021, também entrou rápido no radar. Criou estilo próprio — comentários firmes, cobranças diretas a autoridades — e, dois meses depois da estreia na GloboNews, já ocupava eventualmente a bancada do JN. Tem se tornado uma das vozes mais contundentes contra o racismo, com crônicas que ecoam demandas sociais. Em quase seis décadas de telejornal, nenhuma mulher negra foi apresentadora fixa do JN, apesar de as brasileiras pretas formarem o maior grupo populacional do país.
Renata Lo Prete Pela tradição da Globo, o titular do Jornal da Globo costuma integrar o rodízio do JN, regra que só não se aplicou a ela até agora. Desde 2017 no comando do noticiário noturno, Lo Prete é peça-chave em coberturas eleitorais e análises políticas.
Quem é Camila Bomfim, cotada para substituir Renata Vasconcellos no JN
Um dos nomes cotados para a vaga é o da jornalista Camila Bomfim, de 44 anos.
Apresentadora do Conexão GloboNews desde julho de 2021, Camila Bomfim se consolidou como um dos principais nomes da cobertura política da Globo. Ela também integrou a equipe de reportagem do Fantástico e já apresentou o Jornal Nacional durante o rodízio de apresentadores em feriados e fins de semana.
Nascida e criada em Brasília, Camila começou a carreira em 2003 na cobertura local do Distrito Federal. Entrou na Globo Brasília em 2006, passou pela GloboNews e pelo Jornal da Globo até chegar ao Jornal Nacional, onde ganhou destaque por reportagens investigativas.
Filha de um economista e de uma pedagoga, Camila ingressou na faculdade de Comunicação aos 17 anos. É mãe de João, de 10 anos, ao lado do jornalista Robson Bonin, com quem não mantém mais um relacionamento.
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