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"Existe sempre a chance de recuperarmos o DNA completo e, então, podermos fazer uma pequena nova produção da cerveja exata que foi encontrada, datada da década de 1860", disse Panis à BBC.
"Existe a possibilidade de que ainda possa ser bebida", disse o belga. "A questão é se a água do mar entrou nas garrafas através das rolhas. Se não tiver entrado, é muito provável que a cerveja ainda esteja própria para consumo", emendou ele.
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