Conheça medos pouco comuns e como eles afetam quem convive com eles
Por Alessan Silva
22 de Abril de 2026 às 06:43
As fobias são medos intensos e desproporcionais que podem surgir até nas situações mais inusitadas. Algumas são bem conhecidas, mas outras chamam atenção por parecerem incomuns. Ainda assim, para quem sente, elas são reais e podem afetar a rotina, o bem-estar e a forma de lidar com o dia a dia.
Ablutofobia: medo de tomar banho ou de se lavar.
Alectorofobia: medo de galinhas.
Catoptrofobia: medo de espelhos ou do próprio reflexo.
Coulrofobia: medo de palhaços.
Criofobia: medo de frio extremo ou baixas temperaturas.
Crometofobia: medo de dinheiro.
Ergofobia: medo de trabalhar ou do ambiente de trabalho.
Geofirofobia: medo de atravessar pontes.
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia: medo de palavras longas.
Nomofobia: medo de ficar sem celular ou sem comunicação.
Numerofobia: medo de números.
Pogonofobia: medo de barbas.
Plutofobia: medo de riqueza ou de pessoas ricas.
Sonifobia: medo de sons altos ou barulhos.
Tafofobia: medo de ser enterrado vivo.
Triscaidecafobia: medo do número 13.
Tourofobia: medo de touros.
Para lidar com fobias, o mais importante é buscar ajuda profissional. A psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, costuma ser uma das principais formas de tratamento, muitas vezes com exposição gradual ao medo em ambiente seguro. Em alguns casos, medicamentos também podem ser indicados para ajudar no controle da ansiedade. Técnicas de respiração e relaxamento também podem auxiliar no processo.
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