“Eu acho que tem que renovar, de uma forma ou de outra. Ou no som ou na letra”, afirma o cantor, que testemunha gerações conhecendo suas músicas . Ele se diverte ao lembrar: “É engraçado pegar uma menina de 10, 12, 15 anos cantando ‘Digê digê iê’ e gostar da música. E sabe quando eu fiz essa música? Em 74! E até hoje eles cantam”.